Botero, o meu pintor.

Nu de mulher jovem… da nossa idade

É com agradável surpresa que volta e meia somos confrontados no nosso quotidiano existencial com momentos verdadeiramente especiais, de tão simples que são.

Dá-se o caso, de que a pintura exposta é exemplo, da (re)descoberta do puro prazer sensorial do olhar… do olhar para uma pintura e descobrir que aquele desenho nos diz alguma coisa, que nos provoca porque nos obriga a olhar para ele, e com isso, a perder ( ganhar) alguns minutos da nossa pacata existência de marinheiros e piratas.

Aconteceu isto comigo, num dia em que casualmente o meu navegar me levou a descobrir um artista e mais tarde a sua obra. Falo, é claro, de Fernando Botero, artista multifacetado de origem colombiana, nascido em 1932.

De toda a sua obra, é no nú feminino que o vocabulário de formas volumosas de Botero aparece de forma mais agressiva… eu mostro um pedacinho, descubram o resto.

 Botero é, neste início da minha viagem, o meu pintor!

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