Portugal Ambiental… bem mal!

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 Como não deixaram de reparar, isto vai tão mal que nem consegui encontrar uma ilustração adequada em português.

Certo, certo é que tenho andado um pouco afastado daqui, fui levado por outros ventos e marés para trabalhos acrescidos (nunca mais me livro deles, irra!), e dessa forma tive de aprimorar o meu bolinar noutros campos, mais concretamente, para os mares da fiscalidade ambiental.

Meus amigos, confesso-vos que não é matéria do meu especial agrado, e se alguma coisa ficou foi que, se o principal instrumento fiscal ao serviço da tutela do ambiente é, pelo menos em Portugal, o Imposto Ambiental, se tivermos em linha de conta que existem duas espécies de tributos ambientais, os que visam de forma directa promover uma alteração de comportamentos (menos poluentes), e os que têm como primeiro objectivo a obtenção de receitas (para aplicar, em princípio, em projectos de defesa ecológica), a experiência mais recente mostra-nos que no nosso país tais impostos contribuem muito pouco, para não se dizer quase nada, para a performance ambiental.

Ou seja, a preocupação com a obtenção de receitas é tão grande (razão pela qual o imposto é preferido pelos políticos, em contraposição aos ambientalistas que preferem as taxas), que os cultores destas matérias, e porque não eu também, chegam à conclusão de que , de facto, tudo contabilizado, a tutela do ambiente é neles bem ténue.

É caso para dizer que o Portugal… ambiental… vai… bem mal!

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