1 de maio

Um van Gogh para festejar o dia do trabalhador… dia em que devíamos trabalhar mais e com mais afinco, para dessa forma nos sublimar-mos , mas dia em que na realidade… nada fazemos… e para quê realmente…

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 Apesar de tudo, REAJO, pois não deixa de ser este um dia em que alguns, muitos , e pelas mais variadas razões, não deixam de pensar como era bom que em Portugal houvesse menos desemprego e/ou, mais do que isso, que se deixassem de criar falsas ilusões de empregabilidade e se assumisse uma política séria de emprego, que responsabilizasse realmente quem pode “proporcionar” esses lugares, mas que ao invés apenas se limita a aproveitar-se de um trabalho precário, de nascença condenado por eles a ser temporário, ainda que nos papéis de preenchimento obrigatório dos candidatos se diga pomposamente que é ele… esse emprego… uma oportunidade real e séria de empregabilidade.

TRETAS!

A verdade é que se cultiva no Portugal de hoje a medíocre política do aproveitamento do trabalho precário na sua pior vertente… o trabalho que se quer prestado sem a ilusão do reconhecimento posterior… apenas a certeza do apoio financeiro por “tamanha caridade laboral”, sem se perceber como o barato hoje lhes pode sair tão caro amanhã.

HIPÓCRITAS! 

e eu até estou seguro.

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